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Você está em: Home»Cinema & TV»Ladybird e a nostalgia da adolescência

Ladybird e a nostalgia da adolescência

Rodrigo Lariú 30 abr 2018 Cinema & TV Comentários desativados em Ladybird e a nostalgia da adolescência 2130 Visualizações

Antes de começar a escrever sobre o filme “Ladybird” preciso dividir uma neura com vocês. Tem sido mais difícil que eu imaginava tocar esse fanzine. Não é falta do que falar, pelo contrário. A maior dificuldade é achar o tom dos textos, se deveria ser um vômito das coisas que estou vendo/ouvindo/pensando, num esquema meio diário, ou se, depois de tanto tempo trabalhando com isso, deveria fazer textos mais cuidadosos, apurados, jornalísticos.

O que vocês acham? (Sugestões nos comentários)

A dúvida me coloca num estado estacionário. Entre publicar um texto mais pessoal, ligeiro, ou trabalhar um conteúdo mais aprofundado, extenso, ultimamente eu não tenho feito nenhum dos dois.

Talvez a maior qualidade de “Ladybird” seja essa: te deixar com aquela nostalgia da adolescência, quando tudo era mais sofrido, mais urgente, mais emocional.

O filme é de Greta Gerwig, atriz, roteirista e também diretora com “Greenberg”, “To Rome, With Love” e “Jackie” no currículo. Curioso descobrir que Greta começou sua carreira atuando em filmes Mumblecore, gênero que eu nem sabia que existia mas adorei de cara ao ler a definição que está na wikipedia: “sub-gênero de cinema alternativo caracterizado pela atuação naturalística, diálogos em sua maioria improvisados, produção de baixíssimo custo, ênfase no diálogo em vez da trama e na maior parte das vezes focado nas relações pessoais“.

“Ladybird” me lembrou “Boyhood” (de Richard Linklater, 2014) e “Califórnia” (de Marina Person, 2015), que são dois filmes que eu gosto muito, que passam a mesma sensação de nostalgia e que, tchram, estão listados como mumblecore.

Subgêneros à parte, “Ladybird” conta a estória de Christine (Saoirse Ronan), uma adolescente que prefere ser chamada de Ladybird, que está em seu último ano de colégio, enfrentando o início da vida adulta e todas as escolhas que você tem que fazer quando seus hormônios menos te ajudam a raciocinar direito.

Eu poderia contar a estória do filme mas basta você se lembrar do seu último ano de escola para saber que o filme é bom. Você lembra das frustrações amorosas ou da primeira vez que você transou? Lembra como sua relação com seus pais (escolha um, o outro era bonzinho ou ausente) era complicada? Lembra da agonia que dava pensar “putz, agora é sério, eu tenho que ganhar a vida“? Lembra (ou relembra já que você tinha esquecido) quais eram seus amigos que você jurava que eram pro resto da vida e que hoje você nem sabe aonde estão? “Ladybird” tem tudo isso. Dá pra chorar, dá pra rir, dá pra se sentir vivo.

Parece também que é um filme semi-autobiográfico da diretora Greta e por isso, ao mesmo tempo, um declaração de amor à sua mãe (pronto, dei spoiler).

O filme talvez só não chegue mais perto de uma nota máxima porque a trilha sonora é fraca (Christine só ouvia “greatest hits”). Mas fora isso, é um filme que você tem que ver, ponto final. (E seria deste jeito que eu terminaria o texto para o fanzine midsummer madness em 1991, feito na máquina de escrever, sem muita chance de corrigir o fluxo de ideias, com a cabeça fervilhando e o coração cheio).

Ladybird comparado a outros filmes

Assista se você gostou de Boyhood
Assista se você gostou de Califórnia
Assista se você gostou de Me Chame Pelo Seu Nome
Assista se você gostou de Clube dos Cinco
Nota

Filme sobre uma menina que se despede da adolescência pode te ajudar a resgatar algumas coisas que são importantes que, sei lá porque, você esquece. Tipo escrever um fanzine.

Nota final 4.5
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1 votos
4.8
cinema crítica cinema Greta Gerwig Ladybird 2018-04-30
Rodrigo Lariú
Tags cinema crítica cinema Greta Gerwig Ladybird

Autores

Autor: Rodrigo Lariú
começou a fazer o midsummer madness em 1989, deu um tempo e voltou a fanzinar. Adora documentários, história, aviação comercial antiga, trabalha em televisão e em produtoras, vascaíno praticante.
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Criado no inverno carioca de 1989, o fanzine midsummer madness teve 9 ou 10 edições impressas. Em 1994 se transmutou na gravadora independente de mesmo nome - saiba mais em mmrecords.com.br Atualmente é tudo isso e um pouco mais, com a ajuda de amigos.
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